espaço arte contemporânea

Exposições

Desde Junho de 2005 passaram pelo eac, em exposições individuais e colectivas, artistas como Ana Vieira, Adriana Molder, Catarina Câmara Pereira, Daniel Barroca, Diogo Pimentão, Fernanda Fragateira, Fernando Brízio, Hugo Canoilas, José Carlos Teixeira, Maria José Oliveira, Mário Pires Cordeiro, Miguel Ângelo Rocha e Susanna Themlitz, entre outros.

Cada uma das exposição conta com um catálogo, realizado em co-edição com a editora Assírio & Alvim (ver publicações). Nas suas Conversas com Exposição ao Fundo, que têm lugar no fim de cada exposição, a fcc proporciona um encontro onde o(s) artista(s) entra(m) em diálogo com um crítico de arte, historiador de arte ou outro especialista convidado e com o público em geral. As exposições contam ainda com visitas guiadas realizadas pelos artistas ou colaboradores do serviço pedagógico da fcc.

Proximamente:

De 11 de Novembro de 2009 até dia 22 de Janeiro de 2010
Inauguração dia 10 de Novembro de 2009 às 18h30

12 de Maio a 26 de Junho de 2009

A FESTA "ED OI LAYLA YADURA"

Pedro. A. H. Paixão | Rui Moreira

O surgimento do projecto recua a 2004 quando Rui Moreira empreende uma série de viagens a Trás-os-Montes, especificamente a Podence e aldeias vizinhas, com o propósito de reconhecer o território onde habitou em criança e conhecer física e visceralmente os rituais pagãos ainda em prática na região. Destes cultos destaca-se a festa dos Caretos de Podence, em que o artista começou a participar desde 2007 e a que Pedro A. H. Paixão se veio a juntar.

03 Março a 18 de Abril 2009

SILÊNCIO A SILÊNCIO

MOIRIKA REKER GILBERTO REIS

Num percurso de excepcional intensidade, a exposição conjuga quatro vídeos e três grandes desenhos em tela de alcatrão. No catálogo, lançado pela ocasião numa co-edição fcc / assírio& alvim, o curador refere-se deste modo à articulação destas obras que recorrem a suportes e técnicas radicalmente diferentes.

9 Dezembro de 2008 a 31 de Janeiro de 2009

DESENHOS, CONSTRUÇÕES E OUTROS ACIDENTES

CARLOS NOGUEIRA

Artista Plástico/Escultor. O seu campo de trabalho situa-se no domínio da tridimensionalidade, prospectivando relações de permeabilidade entre as práticas da escultura e da arquitectura contemporâneas. Esta obra promove o cruzamento dos princípios inerentes às respectivas disciplinas – espaço onde ambas se reinventam para dilatar os seus campos de operatividade.

De 23 de Setembro a 31 de Outubro 2008

AQUILO SOU EU.

AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS.
OBRAS DA COLECÇÃO [SAFIRA & LUÍS] SERPA.

No seu ciclo Colecções Públicas e Particulares de Portugal, a fundação carmona e costa apresenta obras da Colecção Safira e Luís Serpa, especializada em auto-retratos de artistas contemporâneos. Aos 72 auto-retratos reunidos no livro editado por ocasião da exposição, que foram realizados e dedicados à Safira Serpa por artistas amigos, juntam-se outras auto-representações de pequeno formato, seleccionadas por entre as mais de 200 peças da própria colecção.

30 de Abril a 12 de Junho de 2008

DESENHO — PROJECTOS EDITORIAIS

ATLAS PROJECTOS I DISCIPLINA SEM NOME l PSiAX

Os três projectos podem ser descobertos no espaço arte contemporânea da fcc no seu suporte de papel, numa desdobragem visual no espaço e através de um conjunto de conversas que questionam o desenho no contexto da sua crescente importância na arte contemporânea.

28 de Fevereiro a 12 de Abril de 2008

Moradas

Ana Vieira, Fernanda Fragateiro, Catarina Câmara Pereira, Fernando Brizio

Os quatro artistas desta mostra reúnem trabalhos sob o tecto de um projecto comum "para ensaiar um desenho do mundo. Não é de divisões que esta "casa" se compõe. Na verdade portas, janelas e vãos, se existem, não abrem senão para espaços já dissolvidos. São casas dentro de casas ou espaços delineados no espaço. Este percorre-se. E percorre-se outra vez..."

06 de Novembro de 2007 a 06 de Janeiro de 2008

Outras Zonas de Contacto. Imagens de uma colecção privada.

No âmbito do seu ciclo Obras de colecções públicas e privadas, a fundação carmona e costa e o Museu da Cidade apresentam, pela primeira vez ao público, a Colecção de Fotografia e Américo Marques dos Santos. Reúne em mais de cem obras um conjunto de 31 autorias internacionais e nacionais, essenciais para a compreensão da produção fotográfica contemporânea.

18 de Setembro a 19 de Novembro de 2007

Na Vidraça há o Ruido do Diverso

Hugo Canoilas, Giannis Varelas, Thomas Kratz

Os três artistas desta exposição reúnem-se em torno da multiplicidade orgânica da obra de Fernando Pessoa e não na sua superfície, propondo um conjunto, a um tempo divergente e convergente, de proposições.

22 de Maio a 06 de Julho de 2007

Geografia e outras Etnografias

José Carlos Teixeira

Pela primeira vez, a fundação carmona e costa abre o seu espaço arte contemporânea a um dos artistas que, no âmbito da bolsa Fulbright / fundação carmona e costa, existente desde 2000, concluiu o mestrado em Belas Artes nos EUA. José Carlos Teixeira (Porto, 1977) que finalizou os seus estudos em 2006, na School of Arts and Architecture da University of California, em Los Angeles, reúne nesta mostra três dos seus trabalhos mais recentes, realizados na América entre 2003 e 2006.

20 de Março a 04 de Maio de 2007

A Geometria do Tempo

Maria José Oliveira

As imagens que compõem este livro de artista revelam outra perspectiva da morte do que a representada por artistas das vanguardas do século XX. O seu olhar não cai sobre a morte do Outro e não queima etapas para presenciar um espaço luminoso ou uma cor vibrante e absorvente como um lugar fora do mundo.

09 de Janeiro a 02 de Março de 2007

A Madrugada de Wilhelm e Leopoldine

Adriana Molder

A presente exposição centra-se num conjunto de desenhos que se situam em torno da interligação entre a construção de uma paisagem citadina, um conjunto de personagens e a possibilidade de criação de um ambiente narrativo de densa carga psicológica. Os desenhos de grandes dimensões de paisagens urbanas foram criados a partir dum imaginário e também de experiência (vivência da artista de duas cidades: Nova Iorque e Budapeste).

26 de Setembro a 08 de Dezembro de 2006

Quatro Ímpares

Miguel Ãngelo Rocha

Miguel Ângelo Rocha expõe regularmente desde o início dos anos 90 e conta já com uma dúzia de exposições individuais. Ao longo destes anos, a sua obra renova e reinventa a prática da escultura a partir de processos criativos que a delineiam como espaço de arquitectura e/ou espaço de paisagem. Na sua construção recorre a materiais invulgares como cartão prensado, cartolina, tecidos vários, gesso e muitos outros, dando, dentro das linguagens plásticas desenvolvidas, um papel insólito e perturbador à cor.

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